Cristina ainda tremia no chão, abraçada a Mariana, tentando entender a dimensão do que estava acontecendo. O cronômetro da bomba seguia marcando o tempo, cada segundo soando como um trovão nos ouvidos. O coração dela batia rápido demais, mas a coragem ainda a mantinha consciente.
Tentou se mover, puxando Mariana com ela, mas antes que conseguisse rastejar para um ponto mais seguro, o som seco de um disparo cortou o ar.
— PAH!
Cristina gritou e levou a mão ao ombro. A dor foi imediata, quent