Seus olhos, profundos e escuros como a noite, se fixaram nela, e sua expressão se tornou gradualmente sombria e intensa.
Dalila, percebendo que ele não reagia, começou a chorar, se sentindo angustiada:
— Ah... Álvaro, por favor, me ajude, estou ferida. Minha cabeça dói muito...
Álvaro, com o rosto contorcido de preocupação, desviou o olhar, o fixando na parede, e falou com uma voz rouca e baixa:
— Primeiro, se vista, depois veremos isso.
Dalila respondeu, com a voz trêmula:
— Mas minha cabeça dó