Vejo os médicos em cima do meu pai, fazendo os procedimentos necessários, e eu avanço, querendo vê-lo, quero salvá-lo.
— Pai! Fica comigo! — chamo, indo em sua direção enquanto os enfermeiros pedem que eu me afaste.
Minhas mãos se estendem para ele, mas encontram apenas o ar. Meu pai está pálido, os olhos semi abertos, a respiração curta e irregular. Os monitores apitam descompassados. Há agulhas, seringas, palavras em voz baixa que não consigo entender.
— Senhorita, precisa se afastar!
— É min