MARCY
Acordo com o corpo ainda entregue, os membros pesados de sono e prazer, a pele marcada pelas mãos dele.
André está entre minhas pernas, o rosto enterrado no meu colo, os cabelos escuros espalhados sobre minha barriga. Ele dorme assim, como se quisesse ficar para sempre no lugar onde me fez sua na noite passada. A luz da manhã entra pelas frestas da cortina, desenhando listras douradas em seus ombros, nas cicatrizes que ainda marcam seu peito.
Ele sobreviveu. Nós sobrevivemos.
Os últimos