Meu corpo ainda treme, as ondas de prazer diminuindo lentamente enquanto permaneço aninhada nos braços de Dante. A cabine está escura, íntima, nossa — como deveria ter sido desde o início.
Ele acaricia meus cabelos, seus dedos traçando caminhos suaves no meu couro cabeludo. Suspiro, enterrando o rosto em seu peito, ouvindo as batidas aceleradas do seu coração que aos poucos voltam ao normal.
— O que vai acontecer agora? — pergunto, a voz ainda rouca.
Ele fica pensativo por um momento. Sinto sua