Permaneci mais alguns dias no hospital, em observação e sendo monitorado a todo momento como se fosse um maldito criminoso.
— É sério isso? — questiono incrédulo ao mesmo tempo em que sigo até o banheiro.
O segurança permanece recostado na porta, me encarando, de braços cruzados e em silêncio.
— Não confiamos em você ao ponto de te deixar sozinho!
A rispidez em sua voz já me é familiar.
— E você alguma vez já confiou? — murmuro — Ao menos sabe o que significa confiança?
David cerra os punhos e