Capítulo quarenta e sete

A fumaça do cigarro ainda dançava no ar quando bateram na porta do meu escritório. Dei uma última tragada antes de responder:

"Entra."

A porta se abriu, revelando Naja, meu braço direito, com a cara sempre séria e a postura de soldado.

"Chefe, o advogado tá aí. Disse que precisa falar com você. É importante."

Assenti com a cabeça. "Manda entrar."

Doyle apareceu segundos depois. Estava suado, a gravata torta, os olhos inquietos. Um rato bem alimentado, mas ainda assim... um rato.

"Fecha essa por
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