A fumaça do cigarro ainda dançava no ar quando bateram na porta do meu escritório. Dei uma última tragada antes de responder:
"Entra."
A porta se abriu, revelando Naja, meu braço direito, com a cara sempre séria e a postura de soldado.
"Chefe, o advogado tá aí. Disse que precisa falar com você. É importante."
Assenti com a cabeça. "Manda entrar."
Doyle apareceu segundos depois. Estava suado, a gravata torta, os olhos inquietos. Um rato bem alimentado, mas ainda assim... um rato.
"Fecha essa por