"Chega, mãe!" explodi. "Chega de bancar a vítima! Você quer reclamar do café, mas não apareceu quando levaram a Mel da gente! A única coisa que te interessava era sua bebida barata e suas noites sumida com sabe-se-lá-quem!"
Ela me encarou, com os olhos marejando — mas não de tristeza. Era raiva. Desprezo. Ou talvez pura vergonha mal disfarçada.
"Quer saber? Nem quero mais saber onde você estava. Você falhou com a gente. De novo."
Virei as costas, o peito arfando de tanta frustração.
Foi quando