Parte 102...
Domenico
Na manhã seguinte...
Fechei a porta do meu escritório com o ombro e me escorei um instante, respirando fundo. Carlo estava na poltrona perto da estante, girando uma moeda nos dedos. Aquilo era um mau sinal, ele só fazia isso quando pressentia que vinha merda.
— Finalmente vai me contar por que tem andado mais calado do que de costume? - ele perguntou, arqueando uma sobrancelha.
Fui até a mesa, servi dois dedos de uísque em cada copo e empurrei um pra ele.
— Arturo.
— Hum..