O retorno à casa Yamamoto foi silencioso. O carro deslizou pelos portões com a mesma precisão de sempre, os lanternins acesos marcando o caminho como sentinelas imóveis. Valentina observava tudo pela janela, mas já não enxergava o jardim, nem as pedras, nem a água perfeitamente controlada. Algo dentro dela tinha ficado pesado demais para apreciar beleza.
Hana se despediu com carinho genuíno.
— Obrigada pela companhia hoje, Valentina. — disse, segurando-lhe as mãos por um instante a mais do que