Cloé, sempre calma e calculista, caminhou até a mesa de madeira escura na sala. O ambiente ainda estava envolto nas sombras, a luz da lâmpada suave e amarelada criando um contraste com a escuridão ao redor. Ela se aproximou do bar improvisado, onde as garrafas de bebida estavam dispostas com precisão. Seus dedos deslizaram sobre as garrafas, escolhendo uma garrafa de uísque envelhecido com um leve sorriso no rosto.
Com movimentos elegantes, ela retirou a tampa e, com destreza, despejou o líquid