Ele pegou o celular e fez uma ligação para o número da família de Cloé, preparando-se para enfrentar o inevitável. Não era uma ligação fácil. Ele sabia que, do outro lado, a dor viria em ondas, que seriam sentidas com intensidade e desespero. A notícia sobre a morte de Cloé provavelmente viria como um choque, uma realidade cruel demais para ser processada.
Quando a ligação foi atendida, o som da voz do pai de Cloé do outro lado da linha era carregado de expectativa.
— Alô, quem fala? — pergunto