A noite chegou com uma beleza absurda. O céu estava limpo, cravejado de estrelas, e o som suave das ondas se misturava ao canto distante dos pássaros noturnos. A ilha parecia conspirar para criar o cenário perfeito... ou, talvez, perigoso demais.
Isabela estava na varanda, sozinha, observando o mar. Usava um vestido leve, branco, de alças finas que dançava com o vento, deixando parte das pernas à mostra. Tentava, inutilmente, focar na paisagem, mas seu corpo inteiro estava inquieto, elétrico...