A sala de Helena Vasconcellos estava em penumbra, iluminada apenas pela luz do monitor e pelo abajur ao lado da poltrona de couro. Ela estava sentada com um copo de uísque na mão e o notebook aberto em sua frente, onde lia, com olhos atentos, o relatório recém-enviado por um investigador particular.
— Então... você não é tão perfeita assim, Isabela Martins.
Com um clique, abriu um anexo marcado como “confidencial”. Dentro, uma série de documentos que remontavam aos tempos em que Isabela vivia l