O café estava frio há pelo menos vinte minutos, mas nenhum de nós tinha coragem de levantar da mesa e esquentá-lo.
O apartamento pequeno no Brooklyn estava silencioso, exceto pelo barulho distante do trânsito lá embaixo. Killian estava sentado à minha frente, os braços cruzados sobre o peito largo, a expressão fechada como uma máscara de pedra. Eu segurava minha caneca com as duas mãos, mais pelo calor do que pelo café.
— Não vou repetir — disse ele, voz baixa e firme. — Você vai para a casa do