O corpo de Seamus O’Connor ainda estava quente no chão do porão quando Killian e eu saímos correndo.
O clube inteiro entraria em pânico em poucos minutos. Os tiros haviam sido abafados, mas não o suficiente. Alguém ouviria. Alguém viria.
Killian segurava minha mão com força enquanto me puxava pelos corredores secundários. Meu vestido vermelho estava manchado de sangue — o dele, o meu, o de Seamus. Meu coração batia tão forte que eu sentia o pulso na garganta.
— Por aqui — disse Killian, voz bai