Christian Müller –
O motor do carro continuava ligado e meus olhos estavam fixos na entrada do prédio, como se a qualquer momento a verdade fosse descer por aquela porta.
E derepente eu a vi. A maldita mulher de capuz e boné.
Seus passos estavam apressados, como se quisesse desaparecer. Como se soubesse que eu estava ali.
— É ela. Siga! - Ordenei.
O motorista começou a dirigir e a seguimos até um prédio distante. Cada segundo que passava, só fazia a raiva crescer ainda mais dentro de mim.
Assim