Izobel Bellarno:
A consciência ia e vinha, mas eu não tinha a menor noção do tempo dos intervalos entre acordar e apagar novamente. Quando começava a querer despertar por completo, outra picada me derrubava. Às vezes sentia que alucinava, porque me vi em um avião, com o banco reclinado, e Kael sempre por perto, checando cada estágio do meu processo.
Ao acordar, de vez, a primeira coisa que reparei foi em um lustre de bronze pendendo do teto. Ele era luxuoso a ponto de ser brega, com lâmpadas qu