CAPÍTULO BÔNUS - LUÍSA
Eu entrei no carro como se estivesse fugindo de um incêndio.
Bati a porta com força demais, joguei a bolsa no banco do passageiro e fiquei ali, parada, encarando o volante como se ele tivesse alguma resposta moral para a humilhação histórica que eu acabei de protagonizar.
Silêncio.
Aí veio.
— AAAAARGH! — bati a testa no volante. Uma vez. Duas. Três. — SUA IDIOTA, LUÍSA!
A quarta foi mais fraca, porque doeu. A quinta foi acompanhada de um soluço patético que eu prefer