Mundo de ficçãoIniciar sessãoCaterina esperou a última porta se fechar antes de perder a pose.
O sorriso social sumiu do rosto dela como se nunca tivesse existido. A coluna rígida relaxou um centímetro, só o suficiente para eu perceber o quanto aquela visita também tinha sido uma agressão pessoal a ela.— Marta — minha mãe chamou, sem tirar os olhos da pasta sobre a mesa. — Traga a garrafa de Grappa do meu armário. A boa. E dois copos.






