18

Caterina esperou a última porta se fechar antes de perder a pose.

O sorriso social sumiu do rosto dela como se nunca tivesse existido. A coluna rígida relaxou um centímetro, só o suficiente para eu perceber o quanto aquela visita também tinha sido uma agressão pessoal a ela.

— Marta — minha mãe chamou, sem tirar os olhos da pasta sobre a mesa. — Traga a garrafa de Grappa do meu armário. A boa. E dois copos.
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