O pensamento me atravessa como uma lâmina e eu devia ter drogado ela.
Devia ter apagado sua consciência antes de trazer seu corpo trêmulo até aqui.
Seria mais fácil.
Mais rápido.
Menos… perturbador.
Mas agora já é tarde demais.
A verdade é que, talvez, eu precisasse que ela estivesse acordada.
Precisava que ela sentisse.
Precisava que entendesse que nada, absolutamente nada, estava mais sob seu controle.
Pego a maleta onde guardo minha pistola, mas não é a arma que me interessa.
É o peso dela.