Ela observa minhas tatuagens com atenção silenciosa, como se estivesse lendo um idioma antigo gravado na minha pele. Cada linha, cada curva, cada sombra. Não é curiosidade vazia. É estudo. É cuidado. É posse silenciosa.
Nunca permiti isso a ninguém. Nunca deixei que olhassem para mim assim, como se eu fosse algo a ser compreendido e não apenas temido. Mas com ela… eu deixo. Mais do que isso, eu quero. Quero que ela conheça essa parte de mim, mesmo que jamais entenda completamente o porquê.
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