A porta faz um estalo suave quando alguém a fecha atrás de nós. Ele se inclina e beija minha testa, minhas bochechas, minha boca devagar, com aquele cuidado que desmonta minha resistência. O tempo todo sussurra que está tudo bem, que acabou, que eu estou segura… que o bebê está seguro… que estamos em casa.
Mesmo tudo meio embaçado, reconheço o rosto dele. O jeito sombrio, cansado, familiar. Levo minhas mãos até seu rosto porque preciso sentir que é real. A quentura da pele dele, a maciez ali na