O sol do meio-dia refletia forte nas tábuas envelhecidas da varanda da fazenda, lançando faixas de luz dourada sobre o pátio de terra batida. O calor subia em ondas, mas nada se comparava à temperatura que vibrava no ar entre Lila e Taylor.
O clima no celeiro ainda estava quente quando Catarina e Maurício chegaram. Catarina vinha com um sorriso debochado no rosto, os braços na cintura de Maurício e os olhos divertidos. Eles desceram do cavalo e enquanto Maurício amarrava o animal na baia, Catarina cruzou a porta do celeiro e viu o irmão e a cunhada.
Lila estava completamente vermelha e tentava cobrir o corpo molhado com a toalha que estava no chão. Taylor passava as mãos pelos cabelos, gesto esse que geralmente fazia quando estava no limite.
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