Barbara ficou em silêncio por alguns minutos, apenas observando Hermano descansar. Uma onda de compaixão a invadiu. Ele parecia tão frágil, tão diferente do homem forte e imponente que ela conhecera. Ela sabia que a doença o estava consumindo aos poucos, e a impotência diante disso a entristecia profundamente.
— Boa noite, senhor Mancini — disse ela baixinho, apertando sua mão mais uma vez antes de se levantar. — Descanse bem.
Hermano murmurou algo ininteligível, sem abrir os olhos. Barbara l