A porta fechou.
E o silêncio voltou.
Mas não era o mesmo silêncio de antes.
Agora…
Era diferente.
Mais limpo.
Mais claro.
Mas também… solitário.
Verônica encostou as costas na porta.
Fechou os olhos.
E finalmente…
Respirou.
De verdade.
Sem pressão.
Sem olhares.
Sem decisões sendo empurradas.
Só ela.
— Eu fiz o certo…
Ela murmurou.
Mas dessa vez…
A frase não veio com dúvida.
Veio com dor.
Porque fazer o certo…
Não significa não sofrer.
Ela caminhou até o sofá.
Sentou devagar.
As mãos tremiam.
Nã