O carro atravessou os portões de ferro lentamente.Verônica observava pela janela enquanto a paisagem mudava ao redor. A cidade foi ficando para trás, substituída por ruas mais largas, árvores altas e casas enormes escondidas atrás de muros.Ela nunca tinha estado naquela parte da cidade antes.Era o tipo de lugar que normalmente só aparecia em revistas de arquitetura ou em reportagens sobre empresários muito ricos.O motorista fez uma curva suave e a mansão apareceu diante deles.Verônica piscou algumas vezes.— Você mora aqui? — perguntou ela.Leon, sentado ao lado dela no banco de trás, respondeu com naturalidade:— Moro.A casa era enorme.Não exageradamente extravagante, mas definitivamente imponente. Vidros altos, pedra clara, um jardim bem cuidado que parecia se estender por toda a propriedade.Era bonito.E também um pouco intimidante.O carro parou diante da entrada principal.Por um momento, Verônica ficou parada, olhando para a casa.Aquilo agora também era… a casa dela.A
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