(POV: Caleb)
O aceno de mão do meu avô, dispensando a preocupação com a vida de Sophie como se fosse um detalhe insignificante, ecoava em minha mente.
Saí do escritório dele sentindo o gosto amargo da bile na garganta. Fui para o meu quarto, mas a imagem de Sophie, sozinha em algum lugar escuro, com fome e com sede, não me deixava em paz. A culpa me corroía. Eu a havia traído. Eu a havia magoado. Mas nunca, em meus piores pesadelos, eu desejaria isso para ela. Isso não era um jogo. Era tortura