(POV: Sophie)
Acordei com o som insistente do meu celular vibrando. A luz do sol já se infiltrava pelas frestas da cortina. Sentei-me na cama, o corpo dolorido de uma forma boa, resultado de uma noite de risadas.
As memórias da noite anterior vieram em flashes: a corrida para o mar, a escuridão súbita, o rapaz atrapalhado chamado Léo e, acima de tudo, a sensação de poder ao desligar o telefone na cara de Alexandre. Um sorriso preguiçoso se formou em meus lábios.
O celular continuou a vibrar.