(POV: Alexandre)
O celular parecia queimar na minha mão. Passei pelas fotos mais um vez, o rosto sorridente de Sophie me encarando. A lógica dizia para ignorar. A vingança era o objetivo. Mas a necessidade de quebrar aquela felicidade era um impulso que eu não conseguia controlar. Eu precisava entender tudo aquilo.
Disquei seu número. Chamou três vezes. Quando eu estava prestes a desligar, ela atendeu.
— Alô? — A voz dela soou, com risadas ao fundo.
— Sophie. — Minha voz saiu como uma ordem.