O som não deixava dúvidas.
Não era coincidência.
Não era alguém perdido.
Não era erro.
Era coordenação.
Precisão.
Intenção.
Portas de carro se fechando em sequência, passos firmes sobre a terra úmida do lado de fora, o estalo seco de comunicação silenciosa entre pessoas que não precisavam falar alto para serem entendidas — tudo aquilo carregava uma familiaridade perturbadora, como se aquele cenário já tivesse acontecido antes, como se aquele momento fosse, na verdade, uma repetição.
E, talvez,