Henri subiu no carro e pisou no acelerador, fez isso como se sua vida dependesse disso. Talvez realmente dependesse, porque queria impedir que Catarina fosse embora dali.
Mesmo que não pudesse vê-la, muito menos falar com ela, tê-la por perto já era um consolo em meio ao caos, pois saber que ela ainda estava na vila, sã e salva, o fazia lembrar que nunca mais deveria ser o idiota que foi um dia.
Quando chegou ao ponto de ônibus, o veículo já estava parado e alguns passageiros começavam a subir.