— Não acredito que vai começar com isso num dia tão especial! — Elisa protestou, cruzando os braços.
— Começar com o quê? — ele perguntou, fingindo-se desentendido, arqueando a sobrancelha.
— Não se faça de bobo, ou vou chamar a mamãe e contar que o senhor já está começando com as suas bobagens para cima de mim! — respondeu ela, rindo, já caminhando em direção à porta.
— Não precisa apelar para tanto, Elisa… — ele murmurou, com um meio sorriso — há conversas que podem muito bem ficar entre nós.