Ela o afastou depressa e se sentou na cama, tentando recuperar o fôlego.
— Quem é? — ele perguntou, confuso.
— Minha tutora — respondeu, ainda ofegante.
— A ignore — sugeriu, com um tom quase implorando.
— Não posso fazer isso — retrucou, levantando-se e tentando pensar em algo rápido.
— Então abra a porta.
— Como posso abrir se você está aqui? — ela rebateu, olhando para ele com o olhar assustado.
— Diga quem sou — disse, firme.
Aquelas três palavras caíram como um peso sobre ela. Quem ele era