Sentamos num banco que ficava embaixo de uma árvore enorme, cheia de flores. O lugar estava tranquilo, pois ainda era cedo da manhã.
— Primeiro, quero que você me prometa que não vai contar ao patrão que eu te disse isso e nem a ninguém, nem a meu tio, nem a Saulo, nem a...
— Tudo bem, Denise, eu já entendi, eu não vou contar a ninguém, eu prometo. — A interceptei.
— Olha, espero que você não tenha pressa, viu? Pois a história é longa.
— Ai, Denise, fala logo, porque estou ficando mais curio