Cayo
O ar condicionado do shopping soprava um friozinho artificial, daqueles que faz você esquecer o inferno que tá lá fora. Minha mão estava em cima da coxa da Analu, debaixo da mesa, sentindo aquele calor que sempre vinha dela, como se o corpo da patricinha tivesse um sol próprio escondido sob a pele.
A gente tava comendo aquela porção de frango passarinho mixuruca, dessas que custam uma fortuna e vem uma dúzia de pedacinhos, e ela ria de alguma bobeira que eu tinha falado.
Cada risada dela e