O quarto estava impregnado pelo cheiro quente de sexo, misturado ao vapor que ainda escapava do banheiro. Os corpos de Evan e Irina permaneciam entrelaçados sobre os lençóis amassados, a respiração dos dois pesada, entrecortada, como se tivessem acabado de travar uma guerra da qual nenhum quis sair vencedor.
Evan mantinha o rosto colado à nuca dela, os lábios preguiçosos distribuindo beijos suaves na pele úmida. As mãos grandes acariciavam lentamente a cintura e a curva do quadril, como se quisesse memorizar cada detalhe.
— Porra, pequena… — murmurou, com a voz rouca, ainda embriagada de prazer. — Você me deixa sem forças e, ao mesmo tempo, me dá vida.
Irina suspirou, virando-se de frente para ele. Os olhos ainda estavam turvos pelo orgasmo, mas a preocupação apareceu de imediato ao notar o estado dele. O lençol colava ao abdômen de Evan, e a faixa sobre o curativo estava completamente encharcada.
— Evan! — exclamou, erguendo-se num pulo. — Olha o curativo! Meu Deus amor!
Ele ergueu