CAPÍTULO 30 – O ECO DO PASSADO

MAYA

O silêncio do quarto, após a saída de Arthur, era mais pesado do que qualquer grito. Eu permanecia sentada na cama, as mãos gélidas repousando sobre o dossiê que revelava a anatomia do meu maior pesadelo. Cada folha de papel ali era uma pá de terra sobre a memória do meu pai.

Eu fechei os olhos e, por um instante, o cheiro de madeira e perfume caro de Arthur desapareceu, substituído pelo cheiro de serragem, café coado e o perfume barato de pós-barba que meu pai usava. Eu conseguia vê-lo. V
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