ARTHUR
O visor do meu celular acendeu no criado-mudo exatamente às seis da manhã. Não era o alarme. O aparelho apenas vibrou uma única vez, mas o som foi o suficiente para me fazer abrir os olhos de imediato. Afastei o braço com cuidado para não despertar Maya, que continuava dormindo profundamente ao meu lado, afundada entre os travesseiros com uma expressão tão serena que fiz questão de observá-la por alguns segundos.
Peguei o aparelho e deslizei o dedo pela tela, deparando-me com uma mensage