Não sei quanto tempo a gente andou.
O relógio na minha cabeça tinha quebrado no momento em que eu vi a espinha daquele bicho estalar pra fora.
O caminho no meio do mato foi um silêncio forçado. O homem magro, aquele que quase engasgou tentando me cheirar, andava uns dez passos atrás, pisando torto, com medo até do próprio vento que batia em mim. O outro cara da corda vinha do lado, cobrindo minha lateral.
E o gigante cobreado ia na frente.
As costas largas dele, ainda nuas e manchadas de ba