Mais tarde, as coisas foram se acalmando. Melinda não saía do meu lado. A mão dela continuava colada na minha, como se qualquer descuido nos separasse.
Nos sentamos em um dos corredores, no chão mesmo, encostadas na parede. Ainda estávamos sujas, com os cabelos desgrenhados, os rostos marcados… mas vivas.
Briana: Você acha que acabou mesmo? — perguntei, olhando pro teto alto.
Melinda: Eu acho que o pior passou — ela respondeu, apertando meus dedos. — E agora… a gente vai ficar bem. Juntas