Sentei na cama, puxando o cobertor até o colo. O quarto ainda tinha o perfume de lavanda que Amber deixara na noite anterior. Aquele lugar era... seguro. Não como uma prisão com grades e muros. Mas como um lar. Um abrigo. Um recomeço.
Levantei devagar e fui até a janela. O jardim estava úmido de orvalho, com flores que dançavam com o vento. Havia borboletas — e, por um segundo, me lembrei de mim mesma, criança, correndo atrás delas no jardim da antiga mansão. Quanta coisa ficou pelo caminho..