DEATH
Abro os olhos. Minha cabeça dói pela pancada que Florian levou.
— Acordou, princesa? — A voz masculina é debochada.
Sinto e vejo o cano do revólver na minha cara.
Onde está meu pai? Sei que ele chegou com Florian. Eu me lembro. Antes que eu pergunte o que ele fez com meu pai, o homem cutuca meu nariz com a arma.
— Você come qual delas? A branca ou a morena?
Ignoro sua pergunta.
— Quem é você?
— A última pessoa que vocês vão ver — responde.
— Onde está a Branca?
— Lá em cima. Eu ia brincar