DEENA
Após alguns minutos me afasto dele. “Que droga! O que há comigo?”
Limpo minhas lágrimas com as costas das minhas mãos.
— Deena... — ele começa.
— Tudo bem, “tá” tudo bem! Não temos tempo para isso. Vamos pegar Eve.
Digo enquanto já caminho silenciosamente, ouço seus passos nas folhas úmidas pelo chão, entretanto, não olho para trás, não consigo olhar para ele. Neste momento eu me odeio tremendamente por ser sempre essa figura vulnerável quando estou perto dele e fico remoendo a situação e