Capítulo 46
HENRY
Ela me leva até a porta e eu imploro para que me deixe ficar.
— Henry, por favor, não torne as coisas mais difíceis.
— Nós podemos pelo menos conversar? — insisto.
— Henry... — sua voz sai em meio a um suspiro. Após alguns segundos de reflexão, ela aponta a cozinha.
Como uma criança ansiosa, me sento em uma das cadeiras de madeira clara.
Ela suspira novamente enquanto despeja café em duas canecas. Desliza uma delas sobre a mesa em minha direção e sorve um longo gole da outra e