Mundo ficciónIniciar sesiónVocê, sim, você marcou consulta de rotina achando que ia ser só mais um exame rápido. Mas quando o Dr. Rafael tranca a porta, coloca as luvas de látex com calma e manda você “abrir bem as perninhas pra mim”, o jaleco branco vira só enfeite e todo mês você quer mais um pouco do tratamento dele. Aviso: contém dominação verbal, creampie clínico. O livro é interativo, ou seja, você é a personagem principal.
Leer másA respiração dele era pesada, quente, batendo contra o seu rosto a cada movimento. O peito largo subia e descia rápido contra os seus seios, e você sentia o coração dele batendo forte, descompassado, igual ao seu. O corpo dele pressionava o seu contra a madeira fria da porta, o quadril dele encaixando-se no seu de forma quase perigosa, deixando claro o quanto ele estava excitado.Suas mãos subiram trêmulas até o peito dele, os dedos agarrando o tecido da camisa social com força, amassando o pano como se tivessem medo que ele desaparecesse de novo. Você correspondeu o beijo com a mesma fome, a língua enroscando na dele, um gemido baixo escapando quando ele inclinou a cabeça para aprofundar ainda mais.O beijo tinha gosto de proibição.De dias de silêncio.De rejeição que agora se transformava em algo quente, úmido e urgente.Quando ele finalmente afastou a boca, só alguns centímetros, a testa dele encostou na sua.Você ficou confusa. O coração batia tão forte que parecia querer sair do
Dias depois, você não para de pensar nele. Não importa o quanto tente se distrair — o trabalho, as aulas, as conversas com as amigas —, a imagem dele volta o tempo todo. O jeito como te rejeitou com aquela voz firme. O “não” que ainda ecoava no peito. O gosto do beijo que durou só alguns segundos, mas que parecia ter marcado sua boca para sempre.À noite, na cama, você fechava os olhos e sentia novamente o corpo grande dele contra o seu, a mão na sua cintura… e depois o passo para trás. A distância educada. A rejeição gentil.Você se sentia ridícula.Uma boa menina que se entregou demais e levou um fora. E o pior: ainda queria mais.Naquela tarde chuvosa, sentada na cama com o celular na mão, você finalmente tomou a decisão. Pegou o aparelho com as mãos tremendo e ligou para a clínica. Estava decidida.— Clínica Rafael Miranda, boa tarde. Emma falando.— Emma… sou eu, [seu nome]. — Sua voz saiu rouca. — Queria cancelar a consulta de trinta dias. Na verdade… vou procurar outro ginecolog
Você abre a boca, mas antes que consiga responder, Dr. Rafael pisca devagar, como se tivesse percebido o quanto havia ultrapassado a linha. Ele tira os dedos lentamente, com aquele som molhado que ecoa na sala, e solta um suspiro curto.— Desculpe — diz ele, a voz baixa e sincera, tirando as luvas com cuidado. — Eu fui invasivo demais. Isso não é apropriado. Você veio aqui para um exame de rotina e eu acabei… fazendo perguntas que vão além do necessário.Você sente o peito apertar. O vazio repentino entre suas pernas é quase doloroso. Ainda deitada na maca, pernas abertas, você balança a cabeça devagar.— Tudo bem… — murmura você, a voz rouca. — Eu… não me importo.Ele fica em silêncio por um momento, jogando as luvas no lixo. Depois se levanta, o jaleco branco ainda ligeiramente aberto no peito. Os olhos azuis encontram os seus com uma honestidade crua.— Eu sempre fui muito profissional — diz ele, quase para si mesmo. — Mas, faz um tempo que... confesso que já pensei nisso… em comer
— Eu… não sei direito — você confessa, envergonhada. — Nunca pensei muito nisso. Com ele era rápido… direto. Eu gostava quando era mais devagar, mas ele não tinha paciência.Dr. Rafael inclina a cabeça ligeiramente, os olhos azuis fixos no seu rosto enquanto os dedos deslizam mais fundo, abrindo você com delicadeza.— Entendo. Então você prefere quando o toque é mais demorado… mais atento. — Ele faz uma pausa, curvando os dedos de novo, como se estivesse confirmando algo. — E quando está sozinha… como você se toca? Usa os dedos só por fora ou gosta de sentir algo dentro também? Qual a intensidade que te faz chegar mais perto?Cada pergunta parece entrar mais fundo que os dedos.Você aperta as mãos nas laterais da maca, tentando não gemer.— Eu… uso os dedos por fora, na maioria das vezes — você responde, a voz quase um sussurro. — Às vezes coloco um dedo dentro… mas devagar. Não gosto de pressa.Dr. Rafael assente novamente, satisfeito com a resposta. O polegar dele continua o movimen
Último capítulo