Mundo ficciónIniciar sesiónVocê, sim, você marcou consulta de rotina achando que ia ser só mais um exame rápido. Mas quando o Dr. Rafael tranca a porta, coloca as luvas de látex com calma e manda você “abrir bem as perninhas pra mim”, o jaleco branco vira só enfeite e todo mês você quer mais um pouco do tratamento dele. Aviso: contém dominação verbal, creampie clínico. O livro é interativo, ou seja, você é a personagem principal.
Leer másBruna desce da maca devagar, pernas trêmulas. A boceta dela está vermelha, inchada, brilhando de saliva e gozo. Ela se aproxima de vocês dois, se ajoelha de novo, mas dessa vez ao lado do Rafael. Os olhos azuis dela te encaram com uma fome doentia.— Doutor… deixa eu limpar ela pra você? — pergunta, lambendo os lábios.Rafael solta uma risada baixa, saca o pau de dentro de você com um estalo molhado. Você sente o vazio imediato, a boceta latejando, aberta, escorrendo.— Vai. Mas usa a boca. Quero ver essa língua loira trabalhando de novo.Bruna não espera ordem dupla. Ela te vira de frente pra ela, mãos nos seus seios, e começa a lamber o gozo do Rafael do seu pescoço, descendo devagar. Chupa seus mamilos com força, mordendo de leve, enquanto uma mão desce entre suas pernas e enfia três dedos de uma vez na sua boceta arregaçada.— Caralho, doutor… olha como ela tá escorrendo — Bruna geme, dedos fodendo você rápido, fazendo barulho de lama. — Tá toda arrombada do seu pau.Rafael se afa
Você empurra a porta do consultório com o coração já acelerado. Faz três meses que não vem. A sala está exatamente igual: luz branca fria, cheiro de álcool e aquele perfume caro que o Dr. Rafael usa, algo amadeirado que gruda na memória. A recepcionista de sempre não está na frente. Em vez dela, atrás do balcão, uma loira nova. Placa no peito: “Bruna – Secretária”.Ela levanta os olhos verdes gelados pra você e sorri de um jeito que não é profissional. É lento, quase preguiçoso.— A consulta de hoje é… especial — diz ela, voz baixa, rouca. — O doutor pediu pra eu te levar direto pra sala de exames dois. Sem fila.Você sente um calor subir pelo pescoço. Bruna se levanta. O jaleco branco está dois números menor que o necessário: abotoado até o meio, os seios quase saltando, mamilos marcados no tecido fino. Cabelos loiros lisos até a cintura, cintura fina, saia lápis preta apertada marcando a bunda redonda, alta, pernas longas dentro de meias 7/8 pretas e salto agulha. Ela pega sua ficha
Ana puxa a cortina azul no trilho do teto. Ela desce até tua barriga, separando teu rosto e torso das pernas abertas. Os estagiários ficam do lado de cá, vendo só a tela e teu rosto.Dr. Rafael do lado de lá, com acesso livre. — Pronto. Agora a paciente fica mais à vontade — ele diz. — Vou inserir um dilatador cilíndrico que simula uma estrutura peniana pra ver a distensão do canal. É de silicone médico, flexível. Você ouve o zíper dele descendo. Sente o calor do pau dele encostando na tua entrada. Grosso, quente. Não um dilatador. O pau dele. Oh, céus...— Relaxa... Vou entrar devagar. — Empurra a cabeça. Você sente abrindo, esticando.Oh... como é bom...— Vejam na tela a distensão do canal — ele explica pros estagiários. — O dilatador tem cerca de 15 cm, diâmetro 4 cm. Observem como o tecido vaginal se adapta. Ele entra mais, centímetro por centímetro. Você morde o braço pra não gritar. A tela mostra o “dilatador” (o pau dele) entrando, preenchendo tudo. — Agora o fluxo s
Você marca a consulta para o final da tarde, como ele pediu na mensagem anterior. Você, como uma boa paciente, obedece, é claro. Seu vestido é leve, floral, cai até os joelhos, mas sem nada por baixo você sente o ar fresco bater direto na boceta a cada passo.O coração acelera só de pensar no que vai acontecer na clínica. A cada vez que você vai, a consulta fica mais intensa, mais proibida. Mas você não para. Não consegue. Você estaria apaixonada? Não, não, você pensa. Por mais que ele seja muito bonito e me faça sentir bem, é apenas... carnal. Dr. Rafael Miranda é um médico excelente.Você chega pontualmente às 17h. A recepcionista loira, Emma, sorri como sempre, mas dessa vez diz: — O Dr. Rafael te espera na sala de ultrassom. É um exame especial hoje. Pode entrar direto, porta 3. Você assente, garganta seca. Sala de ultrassom? Isso é novo. Caminha pelo corredor branco, vem um cheiro de antisséptico no ar, e você abre a porta 3. A sala é maior que a de consulta normal. No cent
Ele liga o controle no máximo. O plug vibra loucamente dentro do seu cu.Ao mesmo tempo abaixa a cabeça e começa a chupar sua boceta inteira. Língua funda, sugando o mel que você acumulou o dia todo, barulho molhado ecoando na sala.Você grita no travesseiro, punhos cerrados, corpo inteiro se contorcendo.Ele chupa, lambe, morde de leve o grelo, enfia a língua até o talo, chupa o grelo como se fosse pauzinho, enquanto o plug zum-zum-zum no cu não para um segundo.Entre lambidas longas e barulhentas, ele levanta a boca só o suficiente pra falar, voz rouca, ainda “médico”:— Então me conta, linda… como foi passar o dia inteiro com meu plug no teu cuzinho?— Eu… eu liguei no metrô… no meio da multidão… quase caí de pernas moles…Ele ri contra tua boceta, a risada vibrando no teu grelo.— Na... na aula... eu… eu apertei o controle escondido na bolsa… fingi que tava anotando… mas tava era me contorcendo na cadeira… molhei tudo…Ele morde de leve o grelo, segura com os dentes, língua batend
Desde a última consulta você não consegue pensar em outra coisa.Na quinta à noite chega a mensagem dele:Dr. Rafael: “Comprar o plug prateado pequeno que deixei na sua bolsa. Amanhã, sexta-feira, você vai usá-lo o dia inteiro. Lubrificante na bolsa também. Coloca antes de sair de casa. Sem calcinha. Se gozar sem minha autorização, perco a semana inteira de tratamento. Te vejo às 18h30 na clínica.”Você lê umas dez vezes. Sente o grelo pulsar só de imaginar. Dorme com a mão entre as pernas e acorda às 6h já molhada.6h45 – QuartoVocê ainda deitada, luz baixa, lubrifica o plug prateado. Metal gelado. Levanta o quadril, puxa uma nádega com a mão, encosta a pontinha no cu. Empurra devagar. Entra com um “pop” suave. Você geme alto no travesseiro, pernas tremendo. Levanta andando torto pro banho.Cada passo faz a basezinha roçar. Você já sabe: hoje vai ser um inferno delícia.7h20 — Metrô lotadoVocê de saia midi solta, blusa branca, tênis. Segurando a barra, corpo colado em corpos estran
Último capítulo