Enquanto caminhávamos, eu não pude deixar de notar o quão silencioso o hospital estava naquela hora. O suave zumbido das máquinas e os murmúrios distantes de conversas eram os únicos sons quebrando o silêncio.
Quando ele nos deixou entrar, gesticulou para nossos assentos e disse com um sorriso. — Boa noite.
— Boa noite, doutor. — Clara e eu respondemos ao mesmo tempo.
Depois que nos sentamos, eu fui direto ao assunto. — Qual é o problema com ela? Minha amiga aqui acabou de me dizer que ela