Francine levou a xícara aos lábios, mas o chá esfriava em suas mãos. O aroma suave não tinha efeito algum sobre a tempestade que se formava dentro dela.
O olhar fixo no vazio denunciava o que as palavras, até então, não tinham conseguido sair.
— Ele acabou comigo, Malu… — a voz saiu rouca, quase um sussurro.
Malu se aproximou, apoiando a mão sobre a dela, firme e quente.
— Fran, não dê a ele esse poder. Você consegue seguir sem ele.
Francine respirou fundo, mas o ar pareceu preso no