O vento soprava mais forte naquela madrugada, arrastando galhos secos pelo chão como se a própria floresta murmurasse um aviso.
Do lado de dentro do chalé, tudo parecia calmo demais. Calmo de um jeito que deixava o ar pesado, quase parado.
Caio estava na varanda, a lanterna na mão, observando a estrada estreita que desaparecia entre as árvores.
Algo estava errado.
Ele sentia isso no corpo — aquela sensação instintiva que antecede o caos.
— Estranho… — murmurou, franzindo o cenho.
Ele