A luz suave da manhã atravessava as cortinas de forma delicada, desenhando pequenas faixas douradas pelo quarto.
O silêncio era quase absoluto.
Calmo.
Tranquilo.
Mas o coração… não estava.
A consciência veio devagar.
Primeiro, a sensação de calor.
Depois, o peso de um braço ao redor da cintura.
E então…
A lembrança.
Tudo.
Cada detalhe da noite anterior voltou como uma onda.
O beijo.
O quarto.
O nervosismo.
A forma como tudo aconteceu com cuidado, com calma… exatamente como ele tinha prometido.